QR Codes: Nem Tudo é o que Parece! Desvende os Riscos e Proteja seus Dados Pessoais
Os QR Codes podem representar riscos, como permitir que cibercriminosos utilizem eles para golpes por meio de Engenharia Social.
Conformidade, Proteção e Privacidade de Dados
Os QR Codes podem representar riscos, como permitir que cibercriminosos utilizem eles para golpes por meio de Engenharia Social.
Os riscos não estão desaparecendo. É hora de aprender como e por que interromper a desinformação para que ela não prejudique sua empresa.
A polícia do Reino Unido tem utilizado sigilosamente o banco de dados de detentores de passaportes do país para realizar buscas através de biometria, mais especificamente, o reconhecimento facial sem divulgação pública, como revelado por uma nova investigação, suscitando preocupações com a privacidade.
E se todos os aplicativos para iOS e Android não estivessem em conformidade com a LGPD e o GDPR por causa das notificações push?
Em 24 de janeiro deste ano, o programador francês David Libeau publicou em seu blog pessoal, um dos primeiros textos explicitando a dificuldade de estar em conformidade com o General Data Protection Regulation (GDPR) por causa das notificações push.
No último final de semana, tivemos a grata oportunidade de proferir uma palestra no Workshop sobre Ciberbiosegurança destinado a startups de biotecnologia e HCL.
Por que os Termos de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE), utilizados nas teleconsultas, para a população pediátrica, com tratamento de dados pessoais e dados pessoais sensíveis, na maioria das vezes, não estão adequados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), Lei nº 123.709/2018 e ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA)?
Rio Innovation Week 2022. LGPD no contexto das universidades. Na era da sociedade tecnológica, todo cuidado é pouco com a privacidade e a proteção dos dados pessoais.
O direito das crianças à privacidade, na era digital. As crianças de hoje são a primeira geração a nascer na era digital, enquanto seus pais são os primeiros a criar “filhos digitais”, de acordo com um novo estudo.
A SENACON, ligada ao MJSP, abriu processos administrativos contra 26 empresas devido a práticas de telemarketing abusivas. Bancos, empresas de telecomunicações e centrais de telemarketing, com por exemplo, Claro, Oi, Tim, Vivo, Banco Itaú, Sky, Santander e Bradesco foram notificadas a apresentarem defesa. Caso condenadas, estão sujeitas a multa de até R$ 13 milhões cada.
Ao longo dos últimos meses temos noticiado e adotado como cases envolvendo grandes organizações, no Brasil e no Mundo, com recursos financeiros, tecnológicos, humanos e temporais, que mesmo assim foram vítimas de ataques cibernéticos, com emprego de ransomware, acarretando assim incidentes da Segurança da Informação e Privacidade.